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EUA isolados na sua duplicidade & arrogância

– Querem impor sanções retroactivas contra o Irão

por Strategic Culture Foundation

Mike Pompeo, cartoon de Fernão Campos. Há mais de dois anos, em Maio de 2018, a administração Trump abandonou unilateralmente o acordo nuclear internacional com o Irão assinado pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, bem como pela Alemanha. O presidente Trump ridicularizou o acordo como o "pior de sempre" e avançou na reimposição de sanções drásticas contra o Irão.

Esta semana os Estados Unidos anunciaram que pretendem acrescentar novas sanções àquelas impostas anteriormente pelas Nações Unidas. As sanções da ONU foram levantadas após a assinatura do acordo nuclear em Julho de 2015, endossado a seguir pelo Conselho de Segurança da ONU com a Resolução 2231. Washington quer reimpor sanções da ONU afirmando que o Irão está em "não cumprimento" do acordo nuclear, formalmente conhecido como Joint Comprehensive Plan of Action (JCPOA). As afirmações de Washington de "não cumprimento" por parte do Irão são destituídas de base.

Os EUA estão a asseverar que têm o direito de disparar a re-imposição de sanções da ONU invocando um mecanismo "retroactivo" ("snapback") incorporado no JCPOA, o qual permite aos signatários apresentar uma queixa se registarem não cumprimento crível pela outra parte.

A duplicidade de Washington é espantosa. Ela repudiou unilateralmente um acordo internacional e, ao assim fazer, infringiu uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, mas Washington quer agora utilizar este mesmo acordo para impor sanções multilaterais contra o Irão. A posição americana é afrontosa, mas está a propor prosseguir uma absurda ginástica mental com uma cara aparentemente limpa. A aparente falta de consciência da sua própria gritante falta de lógica é uma ilustração da arrogância consumada que define a política de Washington.

Acusar o Irão de "não cumprir" um tratado que Washington sucateou é o cúmulo da desfaçatez. Além disso, o esgrimir de sanções extra-territoriais contra qualquer nação que desafie sanções dos EUA contra o Irão é equivalente a agressão. Países que estão a tentar manter o JCPOS estão ameaçados com sanções americanas sob o diktat de Washington para abandonar um tratado internacional.

A política da administração Trump de "máxima pressão" contra o Irão é realmente uma política de "máxima agressão". A crueldade da criminalidade de Washington é testemunhada pela recusa a por de lado as suas sanções contra o Irão num tempo de pandemia global. Apelos do chefe da ONU António Guterres foram rejeitados friamente.

O comportamento de Washington é o de um estado patife (rogue state), que não tem vergonha nem simulacro de legalidade. E como a sua política de agressão máxima fracassa nos seus objectivos de destruir o JCPOA e incite mudança de regime no Irão, Washington está agora a voltar-se para o fórum multilateral da ONU a fim de perseguir seus objectivos criminosos. Isto é uma medidas do torpor moral que caracteriza o regime em Washington.

No entanto, uma consolação é que os EUA estão a encontrar-se cada vez mais isolados da sua tirania irracional e insaciável.

Na semana passada, um projecto de resolução dos EUA para estender um embargo de armas ao Irão foi alvo de uma derrota humilhante no Conselho de Segurança da ONU. Este embargo deverá expirar em resultado da JCPOA, que o Irão tem cumprido na íntegra, tal como verificado por múltiplas inspecções da ONU ao seu programa nuclear para fins exclusivamente civis. Enfurecida pelo embaraçoso desprezo ao seu presumido poder global, a administração Trump duplicou esta semana ao exigir a re-imposição de sanções das Nações Unidas como parte de um mecanismo retroactivo, um mecanismo a que os americanos perderam o direito quando o seu presidente se retirou do acordo em 2018.

O secretário de Estado Mike Pompeo – cuja dimensão do cérebro parece ter uma relação inversa com a medida em expansão da sua cintura – notificou esta semana a comunidade internacional de um prazo de 30 dias para a re-imposição de sanções da ONU contra o Irão. É insondável a forma como os EUA pretendem prosseguir com tal processo, dado o seu vazio de competência legal por já não ser um participante no JCPOA. Em modo de duplo pensamento na terra das maravilhas, os EUA de alguma forma sustentam que ainda são um participante.

Em todo o caso, a postura americana esta semana foi categoricamente rejeitada por todos os signatários do JCPOA, incluindo significativamente três aliados de Washington, Grã-Bretanha, França e Alemanha.

A Rússia e a China denunciaram a proposta dos EUA como "ilegítima". Moscovo reprovou as "acções imprudentes" de Washington e notou que o lado americano tem estado a "violar flagrantemente a Resolução 2231 do CSNU desde Maio de 2018" com "o seu rumo político destinado a destruir o JCPOA".

Despudorado, o destemperado e belicoso Pompeo atacou verbalmente aliados europeus por "estarem do lado dos aiatolas" e advertiu a Rússia e a China de mais sanções, acusando-as de "desinformação".

O fiasco sobre o acordo nuclear e a notória delinquência de Washington é apenas uma faceta de um quadro muito maior. Nomeadamente, o flagrante desrespeito pelas leis e normas internacionais por parte dos Estados Unidos que se vê a si próprio como "excepcional" e acima da lei, ao contrário de todas as outras nações. Sempre houve um elemento distintivo de pensamento duplo e de hipocrisia na conduta histórica dos Estados Unidos, especialmente quando se trata do seu presumido direito de travar impunemente guerras genocidas e subversões contra outras nações.

Contudo, o que mostra o fiasco sobre as exigências dos EUA de sanções ao Irão é o culminar extremo da sua arrogância e, cada vez mais, o isolamento que inevitavelmente vai a par com tal desonestidade. A arrogância desenfreada e demente de Washington é agora vista correctamente como um perigo global para a paz e a segurança.

22/Agosto/2020

O original encontra-se em Strategic Culture Foundation

Este editorial encontra-se em https://resistir.info/ .
24/Ago/20
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